Mulheres que Correm com Lobos: Mitos e Histórias do Arquétipo da Mulher Selvagem é um livro de 1992 da analista junguiana e poeta Clarissa Pinkola Estés. O livro explora a psique feminina através de uma lente psicológica e mítica, utilizando contos de fadas, mitos e histórias de diversas culturas para ilustrar o conceito da "Mulher Selvagem" e seu significado para as mulheres modernas.
Conceitos Chave:
A Mulher Selvagem: Em seu livro, Estés apresenta a "Mulher Selvagem" (cujo conceito está melhor explicado em https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Mulher%20Selvagem) como o arquétipo da feminilidade instintiva, apaixonada e criativa que reside no inconsciente de cada mulher. Essa "Mulher Selvagem" foi domesticada, reprimida ou perdida devido à socialização e às expectativas culturais.
Instinto: Estés argumenta que as mulheres precisam reconectar-se com seus instintos (mais informações em https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Instinto) naturais para serem autênticas e realizadas. Isso inclui a intuição, a criatividade, a paixão e a capacidade de proteger a si mesma e aos outros.
Mitos e Contos de Fadas: O livro analisa mitos e contos de fadas (exemplos em https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Mitos%20e%20Contos%20de%20Fadas) como Barba Azul, Vasalisa, La Loba, Pele de Foca e outros, para revelar os padrões psicológicos e emocionais que as mulheres enfrentam. Estés interpreta esses contos para ajudar as mulheres a entender seus próprios desafios e a encontrar soluções.
Domesticação: Mulheres que Correm com Lobos explora como a sociedade e a cultura "domesticam" a mulher selvagem, ensinando-a a se conformar, a suprimir seus desejos e a negligenciar sua intuição. Isso leva à domesticação (explicado em https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Domesticação) da essência feminina, causando infelicidade e perda de identidade.
A "Cura": Estés propõe que a "cura" para essa domesticação envolve a redescoberta e a reconexão com a Mulher Selvagem interior. Isso pode ser alcançado através da arte, (detalhes sobre arte em https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Arte) da introspecção, (mais sobre introspecção em https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Introspecção) da expressão criativa (detalhes sobre expressão criativa em https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Expressão%20Criativa) e do abraçar da própria natureza selvagem.
A Loba: A imagem da loba (mais informações sobre a loba em https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/A%20Loba) é usada como uma metáfora para a Mulher Selvagem, representando a liberdade, a força, a intuição e a conexão com a natureza. A loba, assim como a mulher selvagem, foi frequentemente mal interpretada e difamada.
Rejeição Cultural: O livro aborda como as mulheres que se desviam das normas sociais tradicionais são frequentemente rejeitadas ou marginalizadas. Ele incentiva as mulheres a abraçarem sua individualidade e a resistirem à rejeição cultural (entenda melhor a rejeição cultural em https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Rejeição%20Cultural).
Impacto e Recepção:
Mulheres que Correm com Lobos se tornou um best-seller e teve um impacto significativo no movimento feminista e na autoajuda feminina. O livro foi elogiado por sua linguagem poética, sua análise profunda da psique feminina e sua mensagem de empoderamento. No entanto, também recebeu críticas por sua abordagem generalizada e por sua falta de rigor científico. Apesar das críticas, continua sendo um livro influente e inspirador para muitas mulheres.
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